Uma das minhas personagens, Tsunami (ainda mudo esse nome, ficou sem apelo depois da personagem de Maria Paula no filme Seus Problemas Acabaram, além do de verdade...) E uma característica dela é que ela dá salto mortal como ninguém - é que no universo onde ela vive, assim como no nosso, nem todos fazem isso.
E em dois comerciais da atualidade, esse mote é explorado. O do Itaú, em que Dan Stulbach aparece dançando hip-hop como um profissional - eu diria mais especificamente, como um profissional que trabalha com After Effects e Combustion... E o outro, do ponto de acesso de Internet sem fio da TIM, feito para computadores portáteis (rival daquele outro comercial da menininha que cortava os cabos com uma tesoura... cadê o CONAR que não vê isso?!), no qual as pessoas que passam a ter essa Internet dão saltos mortais, se bem que de um jeito mais artificial, mas é praticamente a mesma coisa. Aliás, os dois comerciais já passaram um depois do outro.
Enquanto gordo profissional, achei que tive uma boa idéia. Aí vêm esses publicitários e já já, no dia em que ela estiver no mercado (dizendo "Bom dia, seu Manoel!"), ela poderá ser a síntese do lugar-comum... Ê publicitáriaiada, viu?...
Um blog sobre essa galera que habita as florestas e as cidades sem problemas com idiomas, enfim, esses e outros personagens de HQ, games e desenhos animados que nos cativam desde os tempos do Gato Phélix até hoje - os meus, e todos os seus concorrentes. Além de falar um pouco também sobre os aspectos técnicos desses personagens, afinal um dia eu ainda desenharei feito gente. Seja bem vindo ao mundo encantado de Igor C. Barros, e cuidado com o degrau!
terça-feira, maio 27, 2008
sexta-feira, maio 09, 2008
A respeito do site...
Consultando no banco de dados do CGI.br, o domínio furry.com.br expirou no final de abril deste ano. Está expirado, apenas isso. Achei que tinha acontecido algum problema jurídico... Todos os sites sob esse domínio estão fora do ar, não é só o meu, e aparentemente são algumas centenas deles... (entre eles o do Ceno, da nossa seção de links). E agora, José?
[EDIT: If you accessed igorcbarros.furry.com.br, please access our brand new Website at http://www.igorcbarros.site88.net/ ]
[EDIT: If you accessed igorcbarros.furry.com.br, please access our brand new Website at http://www.igorcbarros.site88.net/ ]
quinta-feira, maio 08, 2008
Atenção: Site na FurTopia saiu do ar! E um outro assunto...
Pois é, e logo agora que eu preparava uma nova leva de desenhos, eu descubro que o site http://igorcbarros.furry.com.br está fora do ar. Pelo menos nos três IPs diferentes que eu frequento, está dando um erro de "endereço não encontrado" no browser. Ao contrário de outras vezes em que aconteceram problemas técnicos, não achei nenhuma mensagem na FurTopia sobre o assunto na página central deles.
Eu não sei se aconteceu um problema com o domínio aqui no Brasil ou se o meu site foi extinto mesmo (embora eu considere isso improvável).
[EDIT: O problema atinge a todos os sites com o mesmo domínio, não é nada com o site. E acesse http://www.igorcbarros.site88.net !]
Seja como for, uma pena. Herbie BearClaw (desenhista profissional que em 2001 influenciou uma mudança no visual dos meus personagens) estava começando a visitar esse site mais frequentemente... quem sabe, mais pra frente, poderia até rolar o tão sonhado desenho da Rosalyn executada profissionalmente, que há DEZ ANOS NA INTERNET eu estou querendo ver e até hoje nada (tá legal, eu poderia até ter isso se tivesse alguns dólares sobrando, mas nunca tive, por isso essa minha cisma de querer chegar no mesmo nível dos profissionais by myself.)
E, a propósito, deixa eu escrever uma coisa que está entalada na garganta: em 2003 eu cheguei a entrar em contato com um cara que era animador profissional, aqui no Brasil, que disse até que conhecia os meus personagens. Uma curiosidade, que talvez ele venha a saber agora, é que ele tem a mesma idade que eu (achava que era pelo menos o dobro, pelos textos que ele escrevia.)
E depois que ele precisou parar com o blog dele porquê tinha muito trabalho como animador, eu descubro que ele desenhou profissionalmente personagens de pelo menos 3 caras que eu conhecia , e pelos meus, ele passou batido! Por quê?! Me pergunto até hoje, e pelo visto até a eternidade. Em 11 anos na Internet, apenas duas pessoas até hoje desenharam os meus personagens (Morpheus e nosso assíduo telespectador Icarix Ace), e a terceira (Anderson do fotolog Toonamix) está a caminho. No exterior, é muito comum que profissionais façam isso também, assim, por um acaso. E pelo visto, só lá... (Opa, mas isso não quer dizer que você, que não é profissional, não possa fazer o mesmo que eles, belêzz??)
Estou agora em um site "genérico". O meu consolo é que o antigo site do Herbie, o site da Jen Seng, e tantos outros que me influenciaram estavam fora de comunidades como a FurTopia e FurNation, eram sites como outros quaisquer. Quem sabe agora a coisa vai...
Eu não sei se aconteceu um problema com o domínio aqui no Brasil ou se o meu site foi extinto mesmo (embora eu considere isso improvável).
[EDIT: O problema atinge a todos os sites com o mesmo domínio, não é nada com o site. E acesse http://www.igorcbarros.site88.net !]
Seja como for, uma pena. Herbie BearClaw (desenhista profissional que em 2001 influenciou uma mudança no visual dos meus personagens) estava começando a visitar esse site mais frequentemente... quem sabe, mais pra frente, poderia até rolar o tão sonhado desenho da Rosalyn executada profissionalmente, que há DEZ ANOS NA INTERNET eu estou querendo ver e até hoje nada (tá legal, eu poderia até ter isso se tivesse alguns dólares sobrando, mas nunca tive, por isso essa minha cisma de querer chegar no mesmo nível dos profissionais by myself.)
E, a propósito, deixa eu escrever uma coisa que está entalada na garganta: em 2003 eu cheguei a entrar em contato com um cara que era animador profissional, aqui no Brasil, que disse até que conhecia os meus personagens. Uma curiosidade, que talvez ele venha a saber agora, é que ele tem a mesma idade que eu (achava que era pelo menos o dobro, pelos textos que ele escrevia.)E depois que ele precisou parar com o blog dele porquê tinha muito trabalho como animador, eu descubro que ele desenhou profissionalmente personagens de pelo menos 3 caras que eu conhecia , e pelos meus, ele passou batido! Por quê?! Me pergunto até hoje, e pelo visto até a eternidade. Em 11 anos na Internet, apenas duas pessoas até hoje desenharam os meus personagens (Morpheus e nosso assíduo telespectador Icarix Ace), e a terceira (Anderson do fotolog Toonamix) está a caminho. No exterior, é muito comum que profissionais façam isso também, assim, por um acaso. E pelo visto, só lá... (Opa, mas isso não quer dizer que você, que não é profissional, não possa fazer o mesmo que eles, belêzz??)
Estou agora em um site "genérico". O meu consolo é que o antigo site do Herbie, o site da Jen Seng, e tantos outros que me influenciaram estavam fora de comunidades como a FurTopia e FurNation, eram sites como outros quaisquer. Quem sabe agora a coisa vai...
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sábado, abril 19, 2008
A Cover tem C de "Calidad"
Parece que eu postei isso no blog errado, mas é aqui mesmo. Estou neste momento fazendo uma série de desenhos menores para colocar no site oficial (parece um jornal aquilo lá, tá uma vergonha, tem personagens que mal aparecem!!), só que todos são in the hand, não são arte vetorial, como a maioria dos desenhos vistos por lá.
O programa de arte vetorial que eu uso andou me dando umas dores de cabeça, e embora não seja Caveira, está "pedindo pra sair" - fora o fato de que pra fazer as artes vetoriais, eu preciso de um certo tempo, coisa que anda me faltando ultimamente... Esses desenhos, no máximo, receberão alguns retoques e colorização em outro tipo de programa. O resto, incluindo tremeliques à la Usui Yoshito e eventuais erros de proporção é por conta da casa!
Enfim, quero me manter ativo, ao contrário de tantos grandes artistas que eu conheço ou conheci, que andaram parando nos últimos anos. E vamos ver no que dá. "O quê, mas eu estou na ativa!!" Ué, então comente este post e mostre o seu site, fotolog, deviantart e assemelhados pra gente, pra ampliar a nossa seção de links!
O programa de arte vetorial que eu uso andou me dando umas dores de cabeça, e embora não seja Caveira, está "pedindo pra sair" - fora o fato de que pra fazer as artes vetoriais, eu preciso de um certo tempo, coisa que anda me faltando ultimamente... Esses desenhos, no máximo, receberão alguns retoques e colorização em outro tipo de programa. O resto, incluindo tremeliques à la Usui Yoshito e eventuais erros de proporção é por conta da casa!
Enfim, quero me manter ativo, ao contrário de tantos grandes artistas que eu conheço ou conheci, que andaram parando nos últimos anos. E vamos ver no que dá. "O quê, mas eu estou na ativa!!" Ué, então comente este post e mostre o seu site, fotolog, deviantart e assemelhados pra gente, pra ampliar a nossa seção de links!
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sábado, abril 05, 2008
Personagens por aí: Parks & Games
um phuro de Icarix Ace
E quando eu achava que estava sozinho e largado no universo só porquê não tinha grandes idéias para desenhar seres humanos, às vezes a Internet vem e nos surpreende positivamente.
A empresa Parks & Games, especializada em parques de diversões indoor (geralmente em shoppings), adotou três mascotes: Otto, Mike e Foxy, que são, no mínimo, uma grata surpresa. São personagens ao nível dos que estão na Internet no chamado "furdom". Tem muitos mascotes muito mais fracos por aí, e em empresas muito maiores!... (Veja as imagens desses personagens nas seções Revista e Brincadeiras - não sei por quê, uma seção que deveria mostrá-los, está vazia a ponto de os arquivos não constarem nem do site Internet Archive!)
Otto é um interessante coelho "standard" que não é albino e usa um brinco em uma das orelhas (até hoje só vi isso em uma tira do Fernando Gonsales, sem personagens fixos, além das minhas próprias produções). Mike é um pato azul-esverdeado, e antes que algum engraçadinho o chame de Plâquidâqui, ele tem um penteado à la Ciro Bottini... E, mais recentemente, fechando a zaga, entrou a raposa Foxy, um nome manjadíssimo nos EUA, mas excelente para uma personagem criada no Brasil, onde não tem nada disso. Ainda. (Vamos ver quem ganha essa batalha, nós ou a Dεsсiclорέdιа...)
Todos muito bem executados pelo Cléssio, Carlton, Creysson, sei lá, não enxergo direito o nome do cara nas imagens disponibilizadas pelo site. Aliás, considerando apenas personagens registrados na Biblioteca Nacional, Foxy pode ser considerada a primeira raposa "do bem" made in Brazil (a menos que eu esteja enganado - estou? Comente este post!)
Ou seja, não é só na Internet que o pessoal declara sua paixão pelos vilões das fábulas de Esopo (se bem que ele não contou nenhuma de gambás, mas cêis entendero.)
Embora hajam alguns "pobrema" à nivel Igor C. Barros. A cauda da raposa Foxy as vezes desaparece completamente... esse paradoxo chega a incomodar um pouco, mas, de resto, parabéns, Parks & Games, porquê nem tudo está perdido, Brasil!...
VELHIDADES NO IGOR C. BARROS CARTOONS
Falando em nem tudo estar perdido, uma coisa: Quero subir uma pá de imagens para o meu saite ophisial [http://www.igorcbarros.site88.net/]muitas mesmo. Mas para isso, a qualidade pode cair um pouco, porquê vou tentar executá-las de forma 100% analógica (só o scanner entra no processo, e o PS no ajuste de contraste e brilho).
O software de arte vetorial (termina com "trator", vocês sabem quem é) que eu estava usando era leve e estável e atendia todas as minhas necessidades, mas fiz a besteira de colocar a última versão dele, que é um elefante sem alça para este computador safra 2002. Então, vou tentar executar pelo menos o preto-e-branco de forma analógica. Já cheguei a fazer algumas ilustrações em cores por volta de 1997, quando comprei os lápis de cor que estão comigo até hoje, por nessa época estar fazendo um curso na Escola Panamericana de Arte, mas tive que sair de lá para me dedicar ao cursinho que me permitiria entrar em uma faculdade da qual sairia depois, ou seja, fiz a escolha errada... mas segue, ténica, segue... enfim, vamos ver no que vai dar.
PS: A última versão desse programa de arte vetorial não faz algo que eu gostaria imensamente que esse programa fosse capaz de fazer, variar a espessura do traço para cada um dos beziers, o que daria pra fazer uma imitação sensacional de arte-final "profissional". Não, o programa ainda não faz isso!!!
E quando eu achava que estava sozinho e largado no universo só porquê não tinha grandes idéias para desenhar seres humanos, às vezes a Internet vem e nos surpreende positivamente.
A empresa Parks & Games, especializada em parques de diversões indoor (geralmente em shoppings), adotou três mascotes: Otto, Mike e Foxy, que são, no mínimo, uma grata surpresa. São personagens ao nível dos que estão na Internet no chamado "furdom". Tem muitos mascotes muito mais fracos por aí, e em empresas muito maiores!... (Veja as imagens desses personagens nas seções Revista e Brincadeiras - não sei por quê, uma seção que deveria mostrá-los, está vazia a ponto de os arquivos não constarem nem do site Internet Archive!)
Otto é um interessante coelho "standard" que não é albino e usa um brinco em uma das orelhas (até hoje só vi isso em uma tira do Fernando Gonsales, sem personagens fixos, além das minhas próprias produções). Mike é um pato azul-esverdeado, e antes que algum engraçadinho o chame de Plâquidâqui, ele tem um penteado à la Ciro Bottini... E, mais recentemente, fechando a zaga, entrou a raposa Foxy, um nome manjadíssimo nos EUA, mas excelente para uma personagem criada no Brasil, onde não tem nada disso. Ainda. (Vamos ver quem ganha essa batalha, nós ou a Dεsсiclорέdιа...)
Todos muito bem executados pelo Cléssio, Carlton, Creysson, sei lá, não enxergo direito o nome do cara nas imagens disponibilizadas pelo site. Aliás, considerando apenas personagens registrados na Biblioteca Nacional, Foxy pode ser considerada a primeira raposa "do bem" made in Brazil (a menos que eu esteja enganado - estou? Comente este post!)
Ou seja, não é só na Internet que o pessoal declara sua paixão pelos vilões das fábulas de Esopo (se bem que ele não contou nenhuma de gambás, mas cêis entendero.)
Embora hajam alguns "pobrema" à nivel Igor C. Barros. A cauda da raposa Foxy as vezes desaparece completamente... esse paradoxo chega a incomodar um pouco, mas, de resto, parabéns, Parks & Games, porquê nem tudo está perdido, Brasil!...
VELHIDADES NO IGOR C. BARROS CARTOONS
Falando em nem tudo estar perdido, uma coisa: Quero subir uma pá de imagens para o meu saite ophisial [http://www.igorcbarros.site88.net/]muitas mesmo. Mas para isso, a qualidade pode cair um pouco, porquê vou tentar executá-las de forma 100% analógica (só o scanner entra no processo, e o PS no ajuste de contraste e brilho).
O software de arte vetorial (termina com "trator", vocês sabem quem é) que eu estava usando era leve e estável e atendia todas as minhas necessidades, mas fiz a besteira de colocar a última versão dele, que é um elefante sem alça para este computador safra 2002. Então, vou tentar executar pelo menos o preto-e-branco de forma analógica. Já cheguei a fazer algumas ilustrações em cores por volta de 1997, quando comprei os lápis de cor que estão comigo até hoje, por nessa época estar fazendo um curso na Escola Panamericana de Arte, mas tive que sair de lá para me dedicar ao cursinho que me permitiria entrar em uma faculdade da qual sairia depois, ou seja, fiz a escolha errada... mas segue, ténica, segue... enfim, vamos ver no que vai dar.
PS: A última versão desse programa de arte vetorial não faz algo que eu gostaria imensamente que esse programa fosse capaz de fazer, variar a espessura do traço para cada um dos beziers, o que daria pra fazer uma imitação sensacional de arte-final "profissional". Não, o programa ainda não faz isso!!!
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sexta-feira, março 14, 2008
Íntimo e Pessoal... e não é comercial de absorvente
Não sei se tem pessoas que só lêem este blog, entre os atualmente cinco que eu escrevo (o quinto é este aqui), mas quero dizer que estou passando por um momento um tanto difícil da minha vida profissional e pessoal. O meu computador pessoal está, há quase 1 mês, no meu serviço, portanto estou sem ter como atualizar os sites. Devido a problemas com os softwares utilizados, antes disso, já não tinha como fazer novos vídeos para os sites de vídeo.
Pra completar, uma pessoa próxima à pessoa da qual depende a liberação do meu computador está hospitalizada.
E a última é que os meus personagens estão sendo postos em dúvida, em relação a sua própria categoria. Não quero entrar em mais detalhes sobre como isso está acontecendo, mas estou pesquisando tudo o que posso para ver se tem de ser isso mesmo, se eu terei de abandoná-los e só desenhar seres humanos ou não - o que eu não gostaria, os meus personagens humanos são muito sem graça comparados aos que vocês já conhecem do nosso site. E a bem da verdade, eu nem teria uma linha de personagens não-furries pronta para substituí-los à altura. Ao contrário de outros autores, não gosto de fazer personagens que se pareçam comigo ou com pessoas que eu conheço (e que não são do métier de quadrinhos, desenhos e animação), e fazendo só personagens 100% humanos, isso fica extremamente difícil para mim.
Pra completar, uma pessoa próxima à pessoa da qual depende a liberação do meu computador está hospitalizada.
E a última é que os meus personagens estão sendo postos em dúvida, em relação a sua própria categoria. Não quero entrar em mais detalhes sobre como isso está acontecendo, mas estou pesquisando tudo o que posso para ver se tem de ser isso mesmo, se eu terei de abandoná-los e só desenhar seres humanos ou não - o que eu não gostaria, os meus personagens humanos são muito sem graça comparados aos que vocês já conhecem do nosso site. E a bem da verdade, eu nem teria uma linha de personagens não-furries pronta para substituí-los à altura. Ao contrário de outros autores, não gosto de fazer personagens que se pareçam comigo ou com pessoas que eu conheço (e que não são do métier de quadrinhos, desenhos e animação), e fazendo só personagens 100% humanos, isso fica extremamente difícil para mim.
segunda-feira, março 03, 2008
Rosalyn é uma "pata fria"?...
Segundo acabo de ver na Fox News, a cidade de Cleveland, Ohio, é atualmente a mais pobre das grandes cidades dos Estados Unidos, devido à crise imobiliária e ao desemprego causados por la mano de huebra barata (lembrando que a Fox News é um canal conservador. A bem da verdade, não entendi exatamente o porquê de a Fox mostrar o portal de entrada do México - aquele lugar onde os mexicanos podem entrar nos EUA se pagarem 500 dólares - se Cleveland fica próxima ao Lago Erie, do qual o Canadá fica do outro lado.)
Bem, há alguns anos, eu defini que a história da minha personagem Rosalyn seria passada nessa cidade aí, será que é por isso?......
(Off Topic) 500 dólares hoje são R$ 845,50. Já vai economizando... Só uma coisa, que eu ainda não entendi até hoje, e se vem um mexicano, vai lá e paga isso: o que ele poderia fazer nos EUA? Ele não seria tão ilegal quanto os outros, a não ser que não penou nada por ter tentado atravessar a phronteira?... Não é por nada não, só perguntando... Afinal, se for só pela questão "desenhos animados", Canadá, Argentina e Flipinas também fazem uns bem da hora.
Bem, há alguns anos, eu defini que a história da minha personagem Rosalyn seria passada nessa cidade aí, será que é por isso?......
(Off Topic) 500 dólares hoje são R$ 845,50. Já vai economizando... Só uma coisa, que eu ainda não entendi até hoje, e se vem um mexicano, vai lá e paga isso: o que ele poderia fazer nos EUA? Ele não seria tão ilegal quanto os outros, a não ser que não penou nada por ter tentado atravessar a phronteira?... Não é por nada não, só perguntando... Afinal, se for só pela questão "desenhos animados", Canadá, Argentina e Flipinas também fazem uns bem da hora.
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sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Fluppy Dogs: A Disney poderia ter sido muito diferente!
Estamos em construção, em breve vamos instalar a parte elétrica!
Como se sabe, em 1986, a Disney voltou a produzir novos desenhos animados para a TV, provavelmente uma decisão do recém-empossado Michael Eisner. Empresas como Hanna-Barbera e Filmation deitavam e rolavam nesse mercado há mais de 30 anos sem serem incomodadas - quando muito, pelos curta-metragens produzidos entre os anos 40 e 50, aqueles que passavam na Globo sob os nomes "Disneylândia" e "Mickey & Donald". Daí as referências um tanto incômodas à era Disco em algumas séries da HB, e por aí vai.
E enquanto o Brasil sophria as agruras doPrimo Plano Cruzado, estreavam as séries Os Ursinhos Gummi e Wuzzles. Esta, como eu já falei aqui, está esquecidaça, não é reprisada como a primeira - embora a primeira tenha defeitos gravíssimos, como os figurantes em estilo anime em uma cena (e eu tive o azar de vê-la quando era adolescente, por isso nutri um ódio mortal pela mesma...)
Mãns, o que vem a seguir poucos sabem, e eu só descobri isso agora, em 2008. Em 1986, uma terceira série deveria ter sido produzida. Apenas um piloto foi produzido de Fluppy Dogs, a série que, se fosse concretizada, mudaria totalmente a imagem que se tem da Disney. Esse longa-metragem, segundo a Wikipédia, é considerado raro: passou umas 5 vezes desde 1986 até hoje, na ABC (TV aberta), e só uma vez no Disney Channel americano, em 1997. E é totalmente improvável que tenha sido exibido pelo SBT ou pelo Disney Channel brasileiro, só se eu estiver enganado (se Galaxy High chegou a passar na Globo e eu não vi, porquê não?...)
Inki, Stanli, Dinki, Ozzi e Tippi são cães que cada um tem uma cor e uma personalidade diferente. Eles, viajando entre as dimensões, acabam parando em uma cidade qualquer.(Até aqui, esse plot, parece uma versão não-marsupial dos Popples, mas continue lendo...) E acabam criando laços mais fortes com esse lugar quando são confundidos com... hã... cães, e acabam em um canil, no qual um deles é adotado pelo garoto Jamie Bingham. E junto com este, mais pra frente, phogem de um colecionador de animais exóticos, o magnata J. J. Wagstaff - curiosamente, o único personagem da ex-quase-futura série que acha que eles tem algo de "estranho" que os separa de cães convencionais e por isso deseja tê-los... Para todos os demais - eu disse todos - eles são os cães mais 'gente fina' em desenhos animados depois do Snoopy.
E por quê a série mudaria a imagem da Disney? É que esse projeto tinha características únicas, jamais repetidas até hoje (mesmo em projetos ultra-recentes e naquelas séries que só passam na TV a cabo):
- A série é passada nos dias atuais (tá, anos 80, mas eram os dias atuais). Tudo é muito, extremamente próximo da "realidade real" - talvez só Lilo & Stitch tenha ido um pouco nessa direção, mas com muito menos profundidade e muito mais clichês do gênero. Seria um "antídoto" talvez às séries passadas em tempos imemoriais ou realidades distantes, tão caras á essa empresa. Na verdade, a série é bem mais a cara da Those Characters from Cleveland... mas, como eu disse, isso poderia beneficiar a imagem da Disney e impossibilitaria algumas das críticas que são feitas à eles atualmente. "Eles fizeram isso, eles fizeram aquilo, mas, por outro lado, eles também fizeram os Fluppy Dogs..."
- Jamie mora apenas com a mãe - que fala, aparece e tudo o mais, e principalmente, não parece ser um "elemento repressor" como nas produções de Spielberg e outros, não é "um estranho à ser combatido". Alguns dos outros personagens (não consegui ver a respeito ainda) também tem "donos" que moram perto deste.
- Todos enxergam os personagens e encaram com uma certa 'naturalidade' o fato de eles falarem... (pelo que eu entendi é isso - e se for isso mesmo, seria melhor ainda).
- Entre os protagonistas há mais fêmeas (três) do que machos (dois - sendo que no merchandising, como veremos adiante, havia ainda mais uma personagem do sexo feminino).
- Eles pulam entre as dimensões não porquê eles são mágicos, e sim, apenas porquê... eles conseguem fazer isso, e o fazem, sei lá, pelo prazer da aventura... embora tentem voltar pra casa sem saber como. (Essa é digna do Clóvis Vieira, de "Cassiopéia", que inventava uns lances assim, bem fora dos clichês do ramo.)
Caso a série fosse produzida, seria um sério rival e provavelmente "estraçalharia" o sucesso da mesma época Os Cãezinhos do Canil (Pound Puppies), da Hanna-Barbera. Sei lá, ambas as séries são meio, como direi, "shojo" (mesmo porquê o desenho foi animado pela Tokyo Movie Shinsa) mas eu sou bem mais essa aqui, mesmo só a vendo em imagens estáticas...
Na verdade, esse foi justamente o problema. O plot inicial era fazer uma série totalmente direcionada ao público feminino (como tantas séries da Those Characters from Cleveland que você conhece), mas durante o processo, isso foi mudado para uma série para ambos os sexos, o que fez a série não fazer tanto sucesso assim na época devido a indecisão de "atirar em várias direções" ao mesmo tempo, sei lá. O fato é que, quem viu, gostou pra caramba, mesmo assim.
NO MERCHANDISING, É REVELADO COMO SERIAM OS PERSONAGENS ORIGINALMENTE.
Bem, isso era um desenho animado. O curioso é que, posteriormente, eles apareceram em alguns ítens de merchandising (e, portanto, desprovidos de roteiro), com um visual totalmente diferente - que aparenta ter sido criado antes do desenho animado, como lancheiras e um livro de colorir.
Esses ítens são considerados raros, não à toa, afinal, foi o único uso "pra valer" dessa linha de personagens, ainda que estivessem em outra versão. A personagem Fanci aparece junto aos demais personagens, ela provavelmente deveria ter feito parte da animação - e muitos acham que se ela estivesse na ex-quase-futura série, seria uma das personagens mais fortes.
E o visual acompanhava o de bonecos desses personagens, que chegaram a ser feitos, com fios de lã em tons pastéis (mais anos 80, só "Foolish Beat" tocando na vitrola...), no qual nota-se que, definitivamente, aquele visual não servia para uma animação, os pêlos eram especificados em contornos com pouca separação, quase um a um, aquilo é um teste psicotécnico dos mais pherrados, no qual talvez Alex Ross ficaria com a mão doendo em alguns minutos. Gente, se os animadores já chiaram de ter de fazer as pintas dos 101 Dálmatas da série de TV, que dirá isso...
Curiosamente, Inki (não sei se com essa grafia) também seria, mais tarde (1992-93), o nome de uma importante personagem em um episódio da série A Turma do Pateta: uma exploradora espacial de uma série de livros infantis (que é talvez a coisa mais criativa que tenha saído da Disney até hoje, mesmo que seja uma "sub-série"), que se torna uma "amiga imaginária" da filha do Bafo, e que, surpreendentemente, se revela menos imaginária do que o normal.
Enfim, se há um desenho animado mais-do-que esquecido, é Fluppy Dogs "da Disney", como eles costumam dizer atualmente.
Ou será que não? Comentários em sites americanos são extremamente favoráveis ao desenho animado, todos diziam que gostavam de ver esse episódio, quando ele era exibido na TV aberta. O que mostra que, até mesmo entre os fãs da Disney, tem fãs que gostam de certas coisas que a própria produtora desaprova. Ou desaprovava: é só o Robert Iger começar a ler essas e outras coisas que os fãs escrevem por aí. Uma outra Disney é possível, minha gente...
Cover Serviço
> Clear Black Lines: Página "Ophisial" com uma pá de imagens do desenho animado - talvez a Disney nunca sonhou em ser tão irreconhecível...
> Explicação sobre a série, veja como eles passaram a ser na fase do merchandising
Como se sabe, em 1986, a Disney voltou a produzir novos desenhos animados para a TV, provavelmente uma decisão do recém-empossado Michael Eisner. Empresas como Hanna-Barbera e Filmation deitavam e rolavam nesse mercado há mais de 30 anos sem serem incomodadas - quando muito, pelos curta-metragens produzidos entre os anos 40 e 50, aqueles que passavam na Globo sob os nomes "Disneylândia" e "Mickey & Donald". Daí as referências um tanto incômodas à era Disco em algumas séries da HB, e por aí vai.
E enquanto o Brasil sophria as agruras do
Mãns, o que vem a seguir poucos sabem, e eu só descobri isso agora, em 2008. Em 1986, uma terceira série deveria ter sido produzida. Apenas um piloto foi produzido de Fluppy Dogs, a série que, se fosse concretizada, mudaria totalmente a imagem que se tem da Disney. Esse longa-metragem, segundo a Wikipédia, é considerado raro: passou umas 5 vezes desde 1986 até hoje, na ABC (TV aberta), e só uma vez no Disney Channel americano, em 1997. E é totalmente improvável que tenha sido exibido pelo SBT ou pelo Disney Channel brasileiro, só se eu estiver enganado (se Galaxy High chegou a passar na Globo e eu não vi, porquê não?...)
Inki, Stanli, Dinki, Ozzi e Tippi são cães que cada um tem uma cor e uma personalidade diferente. Eles, viajando entre as dimensões, acabam parando em uma cidade qualquer.(Até aqui, esse plot, parece uma versão não-marsupial dos Popples, mas continue lendo...) E acabam criando laços mais fortes com esse lugar quando são confundidos com... hã... cães, e acabam em um canil, no qual um deles é adotado pelo garoto Jamie Bingham. E junto com este, mais pra frente, phogem de um colecionador de animais exóticos, o magnata J. J. Wagstaff - curiosamente, o único personagem da ex-quase-futura série que acha que eles tem algo de "estranho" que os separa de cães convencionais e por isso deseja tê-los... Para todos os demais - eu disse todos - eles são os cães mais 'gente fina' em desenhos animados depois do Snoopy.
E por quê a série mudaria a imagem da Disney? É que esse projeto tinha características únicas, jamais repetidas até hoje (mesmo em projetos ultra-recentes e naquelas séries que só passam na TV a cabo):
- A série é passada nos dias atuais (tá, anos 80, mas eram os dias atuais). Tudo é muito, extremamente próximo da "realidade real" - talvez só Lilo & Stitch tenha ido um pouco nessa direção, mas com muito menos profundidade e muito mais clichês do gênero. Seria um "antídoto" talvez às séries passadas em tempos imemoriais ou realidades distantes, tão caras á essa empresa. Na verdade, a série é bem mais a cara da Those Characters from Cleveland... mas, como eu disse, isso poderia beneficiar a imagem da Disney e impossibilitaria algumas das críticas que são feitas à eles atualmente. "Eles fizeram isso, eles fizeram aquilo, mas, por outro lado, eles também fizeram os Fluppy Dogs..."
- Jamie mora apenas com a mãe - que fala, aparece e tudo o mais, e principalmente, não parece ser um "elemento repressor" como nas produções de Spielberg e outros, não é "um estranho à ser combatido". Alguns dos outros personagens (não consegui ver a respeito ainda) também tem "donos" que moram perto deste.
- Todos enxergam os personagens e encaram com uma certa 'naturalidade' o fato de eles falarem... (pelo que eu entendi é isso - e se for isso mesmo, seria melhor ainda).
- Entre os protagonistas há mais fêmeas (três) do que machos (dois - sendo que no merchandising, como veremos adiante, havia ainda mais uma personagem do sexo feminino).
- Eles pulam entre as dimensões não porquê eles são mágicos, e sim, apenas porquê... eles conseguem fazer isso, e o fazem, sei lá, pelo prazer da aventura... embora tentem voltar pra casa sem saber como. (Essa é digna do Clóvis Vieira, de "Cassiopéia", que inventava uns lances assim, bem fora dos clichês do ramo.)
Caso a série fosse produzida, seria um sério rival e provavelmente "estraçalharia" o sucesso da mesma época Os Cãezinhos do Canil (Pound Puppies), da Hanna-Barbera. Sei lá, ambas as séries são meio, como direi, "shojo" (mesmo porquê o desenho foi animado pela Tokyo Movie Shinsa) mas eu sou bem mais essa aqui, mesmo só a vendo em imagens estáticas...
Na verdade, esse foi justamente o problema. O plot inicial era fazer uma série totalmente direcionada ao público feminino (como tantas séries da Those Characters from Cleveland que você conhece), mas durante o processo, isso foi mudado para uma série para ambos os sexos, o que fez a série não fazer tanto sucesso assim na época devido a indecisão de "atirar em várias direções" ao mesmo tempo, sei lá. O fato é que, quem viu, gostou pra caramba, mesmo assim.
NO MERCHANDISING, É REVELADO COMO SERIAM OS PERSONAGENS ORIGINALMENTE.
Bem, isso era um desenho animado. O curioso é que, posteriormente, eles apareceram em alguns ítens de merchandising (e, portanto, desprovidos de roteiro), com um visual totalmente diferente - que aparenta ter sido criado antes do desenho animado, como lancheiras e um livro de colorir.
Esses ítens são considerados raros, não à toa, afinal, foi o único uso "pra valer" dessa linha de personagens, ainda que estivessem em outra versão. A personagem Fanci aparece junto aos demais personagens, ela provavelmente deveria ter feito parte da animação - e muitos acham que se ela estivesse na ex-quase-futura série, seria uma das personagens mais fortes.
E o visual acompanhava o de bonecos desses personagens, que chegaram a ser feitos, com fios de lã em tons pastéis (mais anos 80, só "Foolish Beat" tocando na vitrola...), no qual nota-se que, definitivamente, aquele visual não servia para uma animação, os pêlos eram especificados em contornos com pouca separação, quase um a um, aquilo é um teste psicotécnico dos mais pherrados, no qual talvez Alex Ross ficaria com a mão doendo em alguns minutos. Gente, se os animadores já chiaram de ter de fazer as pintas dos 101 Dálmatas da série de TV, que dirá isso...
Curiosamente, Inki (não sei se com essa grafia) também seria, mais tarde (1992-93), o nome de uma importante personagem em um episódio da série A Turma do Pateta: uma exploradora espacial de uma série de livros infantis (que é talvez a coisa mais criativa que tenha saído da Disney até hoje, mesmo que seja uma "sub-série"), que se torna uma "amiga imaginária" da filha do Bafo, e que, surpreendentemente, se revela menos imaginária do que o normal.
Enfim, se há um desenho animado mais-do-que esquecido, é Fluppy Dogs "da Disney", como eles costumam dizer atualmente.
Ou será que não? Comentários em sites americanos são extremamente favoráveis ao desenho animado, todos diziam que gostavam de ver esse episódio, quando ele era exibido na TV aberta. O que mostra que, até mesmo entre os fãs da Disney, tem fãs que gostam de certas coisas que a própria produtora desaprova. Ou desaprovava: é só o Robert Iger começar a ler essas e outras coisas que os fãs escrevem por aí. Uma outra Disney é possível, minha gente...
Cover Serviço
> Clear Black Lines: Página "Ophisial" com uma pá de imagens do desenho animado - talvez a Disney nunca sonhou em ser tão irreconhecível...
> Explicação sobre a série, veja como eles passaram a ser na fase do merchandising
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sábado, janeiro 26, 2008
Obrigado, Faber Castell
Não é post pago, não! É que recentemente adqüiri a caneta Soft Point, da Faber Castell, achando que era apenas a versão 'grossa' da Fine Pen. E não é não: essa caneta é uma versão Faber Castell da extinta caneta Futura! Mas é idêntico o negócio.
E ainda bem, para alegria de artistas importantes do nosso país, como Ziraldo, que só usava essa caneta e fez um estoque da mesma. Aê, a Faber-Castell ouviu as tuas preces, rapá! (Desculpem a intimidade, mas "O Menino Maluquinho" foi um dos primeiros livros brasileiros que eu li na minha vida...)
A Paper Mate, da Gilette Company (uma empresa que, como todos sabemos, acende charuto com nota de 100 euros), sabe-se lá por quê, saiu do Brasil (pelo visto eles apoiavam o Alckmin, sei lá) e atualmente só está em outros países latino-americanos, onde a caneta em questão é conhecida como Flair. Aliás, nem na Argentina essa caneta existe, só tem no México e EUA!
Portanto, parabéns, Faber-Castell!
E ainda bem, para alegria de artistas importantes do nosso país, como Ziraldo, que só usava essa caneta e fez um estoque da mesma. Aê, a Faber-Castell ouviu as tuas preces, rapá! (Desculpem a intimidade, mas "O Menino Maluquinho" foi um dos primeiros livros brasileiros que eu li na minha vida...)
A Paper Mate, da Gilette Company (uma empresa que, como todos sabemos, acende charuto com nota de 100 euros), sabe-se lá por quê, saiu do Brasil (pelo visto eles apoiavam o Alckmin, sei lá) e atualmente só está em outros países latino-americanos, onde a caneta em questão é conhecida como Flair. Aliás, nem na Argentina essa caneta existe, só tem no México e EUA!
Portanto, parabéns, Faber-Castell!
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segunda-feira, janeiro 21, 2008
Achamos o pai do Timão!!!
Desde 1990, Coco é - digamos, phoi, o mascote de um cereal da Quélogs chamado Coco Pops, no Reino Unido (nos EUA é "Cocoa Krispies"). Infelizmente, está em final de carreira. No final dos anos 90, só nos EUA foi substituído por (pusts griller) um macaco de verdade... o pessoal devia realmente estar muito enjoado desse cara que estamos conhecendo aqui, pra preferir isso...
Coco ainda está em atividade na Austrália e Nova Zelândia (e talvez na França, onde ele tem até site. Tô começando a gostar mais dos franceses, o site mexicano da Kellogg's barrou o meu proxy brasileiro e esse não). O site turco é melhor, embora eu não entenda pasktavinas (e o turco é um dos idiomas mais acentuados do mundo! Eu sofreria muito mais na escola se fosse turco...)
Em alguns lugares já está no ar uma "nova versão" dele, na qual ele começa a se parecer com Jake Long "da Disney", provavelmente com mudanças para corrigir o fato que você está tomando conhecimento agüera.
Que fato? Bem, ou o suricate Timão (ou Timon, como gosto de chamá-lo) foi ctrl-c, ctrl-v de Coco, ou os dois tem o mesmo autor e este foi contratado pela Disney depois.
O fato é que eu tomei um susto quando eu vi uma imagem dele ao procurar por imagens do tigre Tony. [Cid Moreira Mode] A semelhança é impressionante! [\Cid Moreira Mode] Aliás, mais ainda porquê Coco também lembra Mickéý Mousè...
E embora esteja em fim de carreira, a maioria absoluta das imagens que está na Internet continua sendo a desse personagem, nessa versão (procure por Coco Pops nos browsers da vida e confira usted mismo.) Até as cores se parecem!
O fato é que, o cara que criou esse personagem é um gênio: Coco é um macake. Um desses animais tão desprezados, à não ser por almas caridozas como Tarsan. (Embora não pareça: muitos acham que Coco está mais pra urso.)
Transformar um bixim difícil de trabalhar e de se pensar em alguma coisa atraente e sem maiores detalhes nisso aí não é fácil não. Eu não faria isso - vai ver se tem algum símio na turma da Rosalyn... Só espero que seu criador não esteja desempregado atualmente, senão é mais um forte candidato à ser um dos patronos da Salt Cover da vida real.
Coco ainda está em atividade na Austrália e Nova Zelândia (e talvez na França, onde ele tem até site. Tô começando a gostar mais dos franceses, o site mexicano da Kellogg's barrou o meu proxy brasileiro e esse não). O site turco é melhor, embora eu não entenda pasktavinas (e o turco é um dos idiomas mais acentuados do mundo! Eu sofreria muito mais na escola se fosse turco...)
Em alguns lugares já está no ar uma "nova versão" dele, na qual ele começa a se parecer com Jake Long "da Disney", provavelmente com mudanças para corrigir o fato que você está tomando conhecimento agüera.
Que fato? Bem, ou o suricate Timão (ou Timon, como gosto de chamá-lo) foi ctrl-c, ctrl-v de Coco, ou os dois tem o mesmo autor e este foi contratado pela Disney depois.O fato é que eu tomei um susto quando eu vi uma imagem dele ao procurar por imagens do tigre Tony. [Cid Moreira Mode] A semelhança é impressionante! [\Cid Moreira Mode] Aliás, mais ainda porquê Coco também lembra Mickéý Mousè...
E embora esteja em fim de carreira, a maioria absoluta das imagens que está na Internet continua sendo a desse personagem, nessa versão (procure por Coco Pops nos browsers da vida e confira usted mismo.) Até as cores se parecem!
O fato é que, o cara que criou esse personagem é um gênio: Coco é um macake. Um desses animais tão desprezados, à não ser por almas caridozas como Tarsan. (Embora não pareça: muitos acham que Coco está mais pra urso.)
Transformar um bixim difícil de trabalhar e de se pensar em alguma coisa atraente e sem maiores detalhes nisso aí não é fácil não. Eu não faria isso - vai ver se tem algum símio na turma da Rosalyn... Só espero que seu criador não esteja desempregado atualmente, senão é mais um forte candidato à ser um dos patronos da Salt Cover da vida real.
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terça-feira, dezembro 25, 2007
E aquele teu site, hein?...
Pois é, Brasil. Informamos aos nossos amigos, clientes e fornecedores, que o site Igor C. Barros Cartoons está mudando de visual, e para melhor: chega de labirintos, logo na primeira página, em inglês, já se tem acesso aos desenhos e músicas.
Mas não vai lá ainda não até que tenha lá o principal, que são novos desenhos (tem muitas porcarias lá que eu quero tirar, também, aquele pôster da Fghèra ficou um horror) e a estréia das HQs em preto e branco, direto dos cadernos. Espero em 2008 fazer com que esse site phinalmente comece a chamar mais a atenção. Y Feliz Navidad!!
Mas não vai lá ainda não até que tenha lá o principal, que são novos desenhos (tem muitas porcarias lá que eu quero tirar, também, aquele pôster da Fghèra ficou um horror) e a estréia das HQs em preto e branco, direto dos cadernos. Espero em 2008 fazer com que esse site phinalmente comece a chamar mais a atenção. Y Feliz Navidad!!
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terça-feira, dezembro 18, 2007
Novos mamíferos são descobertos na Indonésia
Em pleno século XXI, cientistas descobrem espécies de animais até então desconhecidas, na Indonésia. E O KIKO, você deve estar se perguntando, porquê isso está neste blog?Simples, rapeize. Olha a cara do gambá pigmeu que foi descoberto, do gênero Cercatetus, que é um dos menores marsupiais do mundo. Não sei por quê, mas eu imagino que a Jen Seng iria deitar e rolar com uma carinha dessas...
E preciso mudar de assunto. Aparentemente, eu sou a pessoa que mais fala dessa desenhista em língua portuguesa, e parece que ela começou a se incomodar com isso...
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quarta-feira, dezembro 05, 2007
Sem quadrinhos, não dá!
Coëm diria... são 10 anos mostrando os meus personagens na Internet, desde quando a Geocities tinha acesso irrestrito e não tinha publicidade (em compensação, tinha 1Mb de espaço...). Muito antes de existir o Tinha que ser o Chaves, eu queria mostrar os meus personagens na Internet - embora estes fossem um tanto tosks. Tá bom, tosks ao extremo, já que eu só faço desenho fora de cadernos quando não é HQ (só ilustrações, como as que estão no site atualmente). Recentes e-mails, comunicações e pedidos (raros, mas que existem) me phizeram pensar que pôr HQs (bandas desenhadas) no meu site também poderia ser muito interessante.
Embora haja um porém: elas precisariam ser feitas. Embora as HQs de Rosalyn & sua turma dela existam desde muito antes dela surgir, quase nada, coisas de uns 6 meses pra cá eu julgo que teria qualidade suphiciente para ser publicado. Acho que fiz umas três ou quatro histórias boas de roteiro de 2004 pra frente, só que há outro inconveniente, elas são longas pra caramba (cerca de 40 páginas), e olha que nenhuma página é em "formatão". Então, what's the jeito? Pra mim é arrancar inspiração sabe-se lá de onde, e tentar fazer algo especialmente para o site. That's just the way it is, tananam, tananam, tananãm...
Este post continua, aguardemmmm
Embora haja um porém: elas precisariam ser feitas. Embora as HQs de Rosalyn & sua turma dela existam desde muito antes dela surgir, quase nada, coisas de uns 6 meses pra cá eu julgo que teria qualidade suphiciente para ser publicado. Acho que fiz umas três ou quatro histórias boas de roteiro de 2004 pra frente, só que há outro inconveniente, elas são longas pra caramba (cerca de 40 páginas), e olha que nenhuma página é em "formatão". Então, what's the jeito? Pra mim é arrancar inspiração sabe-se lá de onde, e tentar fazer algo especialmente para o site. That's just the way it is, tananam, tananam, tananãm...
Este post continua, aguardemmmm
quarta-feira, novembro 07, 2007
Snoopy, mais real do que se imagina
Eu sei, eu sei, não é furry. Mas inspirou muita gente - eu, inclusive.
Um livro recém-lançado nos EUA mostra que, a julgar pela sua obra, Charles Schulz (o criador de Snoopy) seria alguém de guardar rancor... ou pelo menos de boa memória. Muita coisa que aconteceu com ele próprio era transportada para as HQs sem dó nem piedade.
Charlie Brown se sentia meio isolado do mundo. Schulz não era diferente, e tinha uma relação um tanto distante com sua mãe. O próprio pai de Schulz era barbeiro, assim como Charlie já disse certa vez, quando ganhou como "prêmio" um corte de cabelo. De repente está aí o motivo maior de não haver sequer sombra da presença de adultos no traço de Schulz - embora no episódio de desenho animado "Flash Beagle" apareçam jovens...
O relacionamento conturbado entre ele e sua primeira esposa, Joyce, foi o inspirador do conturbado 'romance' unilateral entre Schroeder (o do piano) e Lucy - ela, sempre pedindo atenção, ele, entretido com sua arte... Patty Pimentinha seria inspirada em uma prima de Schulz (realmente, pensando bem, se você imaginar Charlie Brown e ela como 'primos', nada do que eles passam ou fazem perde o sentido.)
Spike, nas HQs, seria um primo interiorano do Snoopy - na vida real, seria o cachorro que Schulz teve que inspirou o personagem. Houve uma época em que Snoopy (o Ryoki Inoue do mundo canino) viva escrevendo cartas de amor para uma personagem não identificada - essa personagem seria provavelmente um 'caso' de Schulz quando este era casado com Joyce. E por aí vai...
O livro é um lançamento da Harper Collins, sem previsão de lançamento por aqui, por enquanto. Taí, mais um para a série "Livros que não nos pedem pra ler na escola ou na faculdade".
Muito embora os herdeiros de CS digam que ele não parecia sorumbático como a análise de sua obra poderia denotar. Eu sei lá, a bem da verdade, devo ter lido bem pouco, porquê eu não achei as histórias tão tristes assim, sei lá, não é nenhum Os Ricos Também Choram...
Um livro recém-lançado nos EUA mostra que, a julgar pela sua obra, Charles Schulz (o criador de Snoopy) seria alguém de guardar rancor... ou pelo menos de boa memória. Muita coisa que aconteceu com ele próprio era transportada para as HQs sem dó nem piedade.
Charlie Brown se sentia meio isolado do mundo. Schulz não era diferente, e tinha uma relação um tanto distante com sua mãe. O próprio pai de Schulz era barbeiro, assim como Charlie já disse certa vez, quando ganhou como "prêmio" um corte de cabelo. De repente está aí o motivo maior de não haver sequer sombra da presença de adultos no traço de Schulz - embora no episódio de desenho animado "Flash Beagle" apareçam jovens...
O relacionamento conturbado entre ele e sua primeira esposa, Joyce, foi o inspirador do conturbado 'romance' unilateral entre Schroeder (o do piano) e Lucy - ela, sempre pedindo atenção, ele, entretido com sua arte... Patty Pimentinha seria inspirada em uma prima de Schulz (realmente, pensando bem, se você imaginar Charlie Brown e ela como 'primos', nada do que eles passam ou fazem perde o sentido.)
Spike, nas HQs, seria um primo interiorano do Snoopy - na vida real, seria o cachorro que Schulz teve que inspirou o personagem. Houve uma época em que Snoopy (o Ryoki Inoue do mundo canino) viva escrevendo cartas de amor para uma personagem não identificada - essa personagem seria provavelmente um 'caso' de Schulz quando este era casado com Joyce. E por aí vai...
O livro é um lançamento da Harper Collins, sem previsão de lançamento por aqui, por enquanto. Taí, mais um para a série "Livros que não nos pedem pra ler na escola ou na faculdade".
Muito embora os herdeiros de CS digam que ele não parecia sorumbático como a análise de sua obra poderia denotar. Eu sei lá, a bem da verdade, devo ter lido bem pouco, porquê eu não achei as histórias tão tristes assim, sei lá, não é nenhum Os Ricos Também Choram...
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segunda-feira, outubro 29, 2007
Pica-Pau moderno surpreende...
Acabo de descobrir (acabou de passar na Record) que existe um episódio da desprezada série moderna do Pica-Pau onde o mesmo é interpelado por uma fã, que diz algo como "Você é tão engraçado, faz aquela sua risada..."
Pois é. A personagem é, no mínimo, surpreendente para as produções mais conservadoras, trata-se de uma raposa. Que, por sua vez, bebe em outra fonte de águas cristalinas: a personagem lembra um pouco a Rebeca Cunningham! Quem diria, hein?...
Pois é. A personagem é, no mínimo, surpreendente para as produções mais conservadoras, trata-se de uma raposa. Que, por sua vez, bebe em outra fonte de águas cristalinas: a personagem lembra um pouco a Rebeca Cunningham! Quem diria, hein?...
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sábado, setembro 08, 2007
Bubsy: Mais do que esquecido
Estamos en Construcción! Também, ninguém merece os Chipmunks, e aqui está alguém que foi bem melhor do que eles...
Um gato quase sem cauda, cujo vestuário se resume a uma camiseta com um ponto de exclamação. E uma atitude (um ego, melhor dizendo), um tanto exacerbado, como o de tantos outros personagens que tem por aí. Así es Bubsy, the Bobcat.
O personagem se tornou um tanto conhecido em alguns jogos de videogame da Accolade na primeira metade dos anos 90 - Fractured Furry Tales (Jaguar), Claws Encounters of the Furred Kind (SNES, Genesis), Bubsy 2 (Snes, Genesis) e Bubsy 3D (PS1).
Hoje em dia, só e relembrado pelos fãs de SNES e Genesis que procurarem por ROMs da época... e por personas como djô, que criam personagens mais ou menos como ele. E só.
Bubsy já chegou a ser descrito como "o próximo Sonic". Na verdade, houve um tempo em que haviam Mário, Sonic, e ele. Existe um "piloto" de um desenho animado con lo mismo ("What could possibly go wrong?", de 1993 - e um tanto mal feito, lembra os famosos episódios da Startoons). Foi um dos primeiros personagens a falarem de verdade durante os games, graças a voz sintetizada em 8 e 16 bits - um recurso raramente utilizado nessa época. Tinha um senso de humor datado, mas sensacional (em um review em texto corrido, Bubsy dizia que "era mais bonito do que Debbie e Mel Gibson juntos"... Como eu conheço as músicas da cantora, entendi a piada e rofl myself.)
Apesar de tudo isso, o personagem não agradou as multidões como seus desaphetos - por culpa dos games, mesmo... (Bubsy II era mais fácil que o primeiro da série - meu irmão é jornalista na área de games, pergunta pra ele o que ele acha de jogos mais fáceis e mais curtos...) e teve quase a mesma trajetória decadente de outro "parente seu".
Nós já falamos aqui de Bonkers, the Bobcat. Bubsy também seria um deles, um bobcat - na verdade, literalmente, porquê enquanto Bonkers tem uma cauda comprida, Bubsy tem um "pompom" atrás (que é a legítima característica dos bobcats), o que, no layout do personagem, dá margem a algumas especulações. Mas tipo assim, uma margem gigantesca - mais do que isso, só se ele fosse um personagem satírico!
Em 1996 foi lançado seu último game, e o único em 3D, com gráficos totalmente... hã, sei lá, ortorrômbicos, enfim, EFM (Eu Faria Melhor). É considerado o pior de todos os games da série, e talvez seja considerado o responsável pelo phim de sua carreira...
Assim como tantos outros personagens nascidos dentro de corporações, não se tem notícias mais específicas do criador ou criadores deste personagem.
Um gato quase sem cauda, cujo vestuário se resume a uma camiseta com um ponto de exclamação. E uma atitude (um ego, melhor dizendo), um tanto exacerbado, como o de tantos outros personagens que tem por aí. Así es Bubsy, the Bobcat.
O personagem se tornou um tanto conhecido em alguns jogos de videogame da Accolade na primeira metade dos anos 90 - Fractured Furry Tales (Jaguar), Claws Encounters of the Furred Kind (SNES, Genesis), Bubsy 2 (Snes, Genesis) e Bubsy 3D (PS1).
Hoje em dia, só e relembrado pelos fãs de SNES e Genesis que procurarem por ROMs da época... e por personas como djô, que criam personagens mais ou menos como ele. E só.
Bubsy já chegou a ser descrito como "o próximo Sonic". Na verdade, houve um tempo em que haviam Mário, Sonic, e ele. Existe um "piloto" de um desenho animado con lo mismo ("What could possibly go wrong?", de 1993 - e um tanto mal feito, lembra os famosos episódios da Startoons). Foi um dos primeiros personagens a falarem de verdade durante os games, graças a voz sintetizada em 8 e 16 bits - um recurso raramente utilizado nessa época. Tinha um senso de humor datado, mas sensacional (em um review em texto corrido, Bubsy dizia que "era mais bonito do que Debbie e Mel Gibson juntos"... Como eu conheço as músicas da cantora, entendi a piada e rofl myself.)
Apesar de tudo isso, o personagem não agradou as multidões como seus desaphetos - por culpa dos games, mesmo... (Bubsy II era mais fácil que o primeiro da série - meu irmão é jornalista na área de games, pergunta pra ele o que ele acha de jogos mais fáceis e mais curtos...) e teve quase a mesma trajetória decadente de outro "parente seu".
Nós já falamos aqui de Bonkers, the Bobcat. Bubsy também seria um deles, um bobcat - na verdade, literalmente, porquê enquanto Bonkers tem uma cauda comprida, Bubsy tem um "pompom" atrás (que é a legítima característica dos bobcats), o que, no layout do personagem, dá margem a algumas especulações. Mas tipo assim, uma margem gigantesca - mais do que isso, só se ele fosse um personagem satírico!
Em 1996 foi lançado seu último game, e o único em 3D, com gráficos totalmente... hã, sei lá, ortorrômbicos, enfim, EFM (Eu Faria Melhor). É considerado o pior de todos os games da série, e talvez seja considerado o responsável pelo phim de sua carreira...
Assim como tantos outros personagens nascidos dentro de corporações, não se tem notícias mais específicas do criador ou criadores deste personagem.
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terça-feira, julho 31, 2007
A incrível história dos esquilos mutantes mais chatos do mundo
EU E OS CHIPMUNKS... UMA HISTÓRIA
Me lembro vagamente que, por volta de 1983, uma música cantada por vozes muito estranhas vivia tocando nas rádios. Só me lembro disso, nem me lembro mais como era a música. Tocou em um ônibus de turismo onde estive, depois tocou em uma discoteca em Osasco, no mesmo dia - detalhe, estava vazia, eu estava dentro do carro do meu pai, que estava em um local onde nunca estivemos antes. Que música era aquela? Na década seguinte, cheguei à conclusão que só podia ser dos Chipmunks.
O desenho animado estreou em 1994 na Rede Globo e me chamou a atenção. Achei que Dog City e A Turma do Max, que conheci um ano antes, eram os desenhos animados mais chatos da história. Mas apesar de extremamente chatos, eles perdiam feio para os Chipmunks!
Talvez o que tenha detonado o desenho em português é que no Brasil as vozes deles perdiam sua principal caracterísitica, que era serem aceleradas. Não havia tecnologia para isso na VTI Rio - embora o desenho "Tico e Teco", que estreou em 1993, já tivesse sido dublado assim pela Herbert Richers.
Talvez por bloqueio mental eu só me lembre que Alvin, o "Didi Mocó" do trio, era dublado pela mesma voz do Yakko Warner e do Número Um. E só passaria a gostar desse pofrissional da dublagem por causa do Yakko, um patcha de um personagem, muito melhor.
Mas não era só isso. Os roteiros também eram de doer. Marinete, a Diarista, é "da paz" e "zen" perto dos três. Os pombos dos Animaniacs eram "bróders". Isso fora as situações que aconteciam. Só me lembro da mais grave de todas, uma cadelinha que morreu no meio do episódio. Charles Chaplin, Maurício de Sousa, Roberto Bolaños e até mesmo Sérgio Mallandro já nos phizeram chorar com muito mais classe.
Além do quê, Chipmunks poderia muito bem ser classificado como ficção científica. Eles e as Chipettes, únicas representantes de sua... hã... espécie, vivem em um mundo totalmente habitado por animais reais e seres humanos. O que gera um certo desconforto. A bem da verdade, eles são esquilos mutantes do mesmo filo de Mickey Mouse. Enfim, argh (mesmo sendo muito bem desenhados na arte do site oficial)
COMO TUDO COMEÇOU
O compositor Ross Bagdasarian gravou, em 1958, sob o nome artístico de David Seville, uma singela canción que talvez vocês conheçam: Witch Doctor, regravada como "Feiticeiro" pelo grupo Harmony Cats e pela turma do Bozo (esta última talvez eu esteja enganado, mas parece ter sido uma das primeiras coisas que eles gravaram). Em ingrêis é assim:
I told the witch doctor I was in love with you
I told the witch doctor you didn't love me too
And then the witch doctor, he told me what to do
He said that ....
Ooo eee, ooo ah ah ting tang
Walla walla, bing bang
Ooo eee, ooo ah ah ting tang
Walla walla, bing bang...
Ooo eee, ooo ah ah ting tang
Walla walla, bing bang
Ooo eee, ooo ah ah ting tang
Walla walla, bing bang
Exceto pelo detalhe a seguir, uma música bem no estilo do Nahim...I told the witch doctor you didn't love me too
And then the witch doctor, he told me what to do
He said that ....
Ooo eee, ooo ah ah ting tang
Walla walla, bing bang
Ooo eee, ooo ah ah ting tang
Walla walla, bing bang...
Ooo eee, ooo ah ah ting tang
Walla walla, bing bang
Ooo eee, ooo ah ah ting tang
Walla walla, bing bang
O refrão "à la Disney" era cantado por um dueto de Ross com sua própria voz acelerada, em um processo um tanto tedioso de cantar com um playback com a metade da velocidade, idealizado pelo próprio Ross mas não muito feito na indústria phonográphica. Tocando a fita na velocidade normal, pimba! Tá lá a voz "impossível"! (embora esse não seja bem o termo: existe gente, por incrível que pareça, que conseguiria imitá-los em tempo real.)
Eu mesmo me utilizo dessa técnica (bem mais fácil de fazer no computador) devido a ausência de vocais femininos à disposição para as minhas cancciones. Sério, gente, parece fácil, mas a música, as notas e tudo o mais tem o dobro da duração, e se você cantar de qualquer jeito vai parecer artificial demais o negócio. As vezes até eu "me rendo" e ponho a 75% da velocidade... Em alguns computadores mais potentes dá até pra fazer isso em tempo real mesmo.
Bem, e "essa coisa aí" foi ao topo das paradas. Até então, era só uma maluquice do seo Ross.
Ross inventou, então, que aquela "voz" bizarra seria mais de uma e teria donos: três esquilos, Alvin, Simon e Theodore - na verdade, os nomes dos três principais executivos da gravadora, a Liberty Records. E ele chegou a se apresentar em alguns programas de TV acompanhado de bonecos. Na verdade, o lance dos esquilos foi inventado por seus filhos - entre eles, Ross Jr., que em breve seria decisivo para a continuidade desta história. O resultado foi o segundo álbum, onde nasceu o trio parada-dura animal (lembre-se, até então era uma voz só), cantando uma canção natalina- The Chipmunk Song (Christmas, don't be Late), que fez igual sucesso.
O DESENHO ANIMADO
Em 1961, eles tiveram feita sua primeira série animada: The Alvin Show. Onde, dos esquilos realistas das capas dos álbuns, começariam a se tornar los pientejos que conheceríamos mais tarde. (Veja neste site de páginas de colorir como eles eram.)
Foram apenas 26 episódios nessa tentativa, que não chegou a ser exibida no Brasil. Embora, por aqui, houvessem quadros de humor que fizessem a mesma coisa, na mesma época, como mostrou o especial "50 anos da TV Brasileira" - geralmente quadros onde bailarinos imitam "robôs".
Os personagens eram de uma simplicidade e uma cara-de-pau impressionantes: David Seville - enfim, o próprio Ross Bagdasarian - é cantor, compositor e agente dos esquilos cantores de Viena al derredor del muendo, e que "aprontam altos agitos", como diria a Sessão da Tarde.
E não sei como eles resolveram essa questão, mas em algumas capas de discos, eles já tiveram cara de esquilos de verdade, e já nessa primeira série, eles se tornariam os "esquilos mutantes" que conhecemos. Talvez só Howie Mandel tenha chegado perto de Ross Baghdasarian no quesito "personagem de animação menos imaginativo da história"...
É O QUE EU DISSE, ELES SEMPRE VOLTAM,
MESMO QUANDO ELES SE VÃO.
Ross faleceria de ataque cardíaco em 5 de fevereiro de 1972. Antes disso, os Chipmunks já tinham dado um tempo na mídia.
Até que eles começariam a ser tocados de novo por obra de Ross Bagdasarian Jr., que queria apresentar aqueles personagens que seu pai criou com a ajuda dele para uma nova geração. A série de 1961 começou a ser reprisada, desta vez em cores e até começou a criar um certo sucesso. O que motivou a gravação do primeiro disco dos Chipmunks sem seu vocalista original.
Desde então, Ross Jr. e sua esposa Janice Karman são quem fazem as vozes dos personagens. Janice faz a voz de Theodore, enquanto Ross Jr. faz a voz dos outros dois. Talvez tenha sido o empenho do Júnior que manteve o sucesso dos personagens mesmo sem seu criador original. E o personagem David Seville acabou sendo mantido junto aos Chipmunks.
ANOS 80: "ELES SEMPRE VOLTAM..."
Após um relativo sucesso na indústria fonográfica, a emissora NBC acalentava a idéia de trazer a série de volta. E depois de um especial de Natal em 1981, "eles vortaro" à televisão em 1983, pela Ruby-Spears, e a série continuou até 1991, e foi mais ou menos (veja mais adiante) essa que a Globo mostrou, sendo que o traço dos personagens mudou pra caramba entre o começo e o phinal da série - algo bem mais acentuado do que o processo ao longo dos 17 anos dos Simpsons.
Foram apenas 90 episódios, um número um tanto ralo para oito anos (em três anos, Tiny Toon teve 98 episódios!)
Vários episódios tem o mote de Dave, solteirão da Silva de Oliveira, tentar conhecer garotas (ele é "pai" e "mãe" dos CMs) e justamente por conta e culpa deles, estas dão o phora.
Talvez meio que em gratidão, os Chipmunks cantaram em 1984, para a NBC, uma das versões da música NBC, Let's All Be There - aquela música que o SBT verteu para "Quem procura, acha aqui" versão de 1988. (Com tamanha afinidade, acho que eles deveriam ser exibidos pelo SBT, não pela Globo!...)
Em 1983 foi também criado o grupo-espelho, as Chipettes, seu correspondente feminino. E o que é pior, cada uma se parece com um dos Chipmunks! Clichêzaço!!! Walt Disney é punk e eu não sabia!! (Um site americano diz que as Chipettes são completamente diferentes dos Chipmunks no sentido de não terem cromossomos Y...)
Em 1986, chega a Sra. Miller, a "tutora" das Chipettes, uma mulher um tanto cegueta das vista. O nome da série foi mudado de "Alvin & the Chipmunks" para apenas as duas últimas palavras, já que agora haviam dois agrupamentos desses seres imaginários, digo...
Em 1988 e 1989, o programa passou da Ruby-Spears para a DiC, que os tornou mais antropomórficos como eles jamais sonhariam em ser, passando a ter olhos azuis. A Globo se concentrou mais nessa época. No ano seguinte, o programa mudou pra caramba e passaria a parodiar clássicos do cinema, e assim ficou até 1991, quando o programa terminou. Aparentemente essa última fase também não passou no Brasil.
Os direitos dos personagens passaram para a Universal em 1996 (em um contrato que a Bagdasarian Productions, de Ross Jr., alega ter sido rompido, e por isso eles processaram a Universal, esse contrato já acabou) e chegaram a ser produzidos , em 1999 e 2000, dois longas só pra vídeo, com temas de terror, que acabaram fazendo um "revival" da série. Em 2004 foi feito um longa, Alvin and the Mini-Munks, usando computação gráfica e atores reais - e aqui, Ross Baghdasarian Jr. é quem faz o papel de já foi de seu pai. Nunca ouvi falar disso a não ser pelo site ophisial, o que reflete o incrível orçamento desse filme: 600 mil dólares, algo mais próximo a TV - uma minissérie da Globo, por exemplo. Ao contrário do que parece, a Bagdasarian Productions é uma empresa de porte pequeno - eles tentaram fazer um longa metragem sozinhos (The Chipmunk Adventure) em 1987 e se pherraram de azul e vermelho, a verba acabou várias vezes durante a produção. Brasil então, nem pensar: esse filme só chegaria ao Brasil em fitas de vídeo de promoção de um jornal (se não me engano, o Agora São Paulo).
Musicalmente falando, os Chipmunks são como Weird Al Yankovic, eles regravam algumas das músicas que estão por aí e fazem sucesso, da maneira deles. A diferença é que ao contrário de Weird Al, eles não fazem paródias ou as fazem muito raramente, não sei. Poucas foram as músicas originais gravadas por essa pseudo-banda. Um dos últimos sucessos que eles gravaram foi "Macarena". Os artistas, em geral, gostam: assim como ser regravado por Weird Al, isso é sinal de que eles estão fazendo sucesso.
CHIPMUNK FAZ ESCOLA,
E NO QUINTAL DO DAVE, DEITA E ROLA.
Os Chipmunks até fizeram escola: Las Ardillitas (em espanhol, "Os Esquilos), não sei de que país de fala hispânica, gravaram um LP com o Quico - aquele mesmo, do Chaves.
E aqui no Brasil, Os Três Patinhos chegaram a phazer um certo sucesso no começo dos anos 80, com exatamente a mesma proposta. Uma música que eles chegaram a regravar foi a Melô do Piripipi, da Gretchen. [O dia em que alguém puser isso na Internet, no YouTube, GoEar ou IJigg, vai arrebentar!!!]
QUALQUER SEMELHENÇA É MERA COINCIDÂNCIA.
Há duas coisas na série que só eu devo ter notado neste mundo:
Uma das Chipettes, Jeanette, que usa óculos e meias de ginástica (um pouco mais e poderia até ser personagem meu), foi homenageada na série "crássica" das Tartarugas Ninjas com a Irma, que se veste igualzinho a ela, sem tirar nem pôr! A semelhança entre as duas era impressionante. O visual atual da Jeanette (Irma não existe no novo desenho das TNs) no site oficial foi um tanto alterado, talvez justamente por conta disso, sei lá.
Por outro lado, David, na fase DiC, é a cara do Príncipe Eric, de "A Pequena Sereia"... só sendo entendido em estilo Disney para se notar as poucas diferenças entre ambos.
E não sei se alguém notou, mas é isso mesmo: Ross Bagdasarian é descendente de armênios. E o cara é tímido: só achei UMA fotinha do Ross Jr. e da Janice com menos de 200x200 e uma foto em P&B do Ross Sr... Bill Watterson tem mais imagens do que esses dois aí. Acho que eles não aprenderam a maior lição do Maurício de Sousa, que é tão conhecido quanto os personagens que criou.
CHIPMUNKS HOJE: FIRMES E FORTES.
MEU DEUS, POR QUÊ?... O QUE FOI QUE EU FIZ?!...
Além de "continuarem" em atividade, está previsto para dezembro deste ano o philme dos Chipmunks, com Jason Lee no papel de David Seville, uma produção da 20th Century Fox. O diretor é o mesmo de Garfield. Sei lá se vai virar "cult" como o primeiro filme do Quarteto Fantástico... Os personagens para esse filme estão simplesmente bizarros, segundo a minha decsnecsessária opinião, e nada lembram sequer a versão desenhada da Ruby-Spears e da Dic (que, convenhamos, é muito melhor que isso aí!!).
E estes são os equilos mutantes mais chatos del universo!! Tchênsk! (Sério, gente, se tem gente que gosta, porquê tem tão poucas imagens dessa série na Internet?! Até o site oficial é pobre nisso!)
Tópico "condenado" na Wikipedia por excesso de uso de imagens (PUTZ, gente, não tem como, caramba!) aqui
Saite Ophisial: http://www.thechipmunks.com/ (buena suerte, você vai precisar)
Agradecimentos à Piano Elétrico (o meu avô já vendeu alguns em Porto Alegre...)
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quinta-feira, julho 19, 2007
Urso Snow pode estar ameaçado!!!
Segundo notícia publicada no caderno de economia da Folha de São Paulo e no UOL (como o mesmo texto) a Nestlé vai aumentar o preço de todos os seus produtos no mundo inteiro devido a uma previsão de alta das commodities (açúcar, farinha, etc.) e que algumas linhas de produtos pouco lucrativas seriam extintas! "Êpa", já dizia a philósofa Vera Verão... Pois é, Brasil. Snow pode estar prestes à ir para the eye of the street e só sobreviver nos meus pórcos fanarts...
E assim a Nestlé reforça sua incômoda fama de ser "marca de elite". Com quatro letras, como se chama a pessoa que faz um café da manhã com 100% de produtos da Nestlé? Rico. E pra quem não tem dinheiro sobrando em árvores, ponto para os concorrentes da empresa.
O que reforça essa impressão de um "fim próximo" do Snow Flakes é a ausência do produto do novo site da Nestlé, chamado 'Nestlé faz bem' (que infâmia, não conta mentira que o nariz cresce...) Só está no site uma versão integral - e, por conseguinte, sem graça - do produto, que eu nunca vi por aí.
Em breve quero começar a tuxar isso aqui de fanart. Mesmo não sendo écs-rêited, não sei se vou gerar alguma polêmica, mas tudo bem.
E assim a Nestlé reforça sua incômoda fama de ser "marca de elite". Com quatro letras, como se chama a pessoa que faz um café da manhã com 100% de produtos da Nestlé? Rico. E pra quem não tem dinheiro sobrando em árvores, ponto para os concorrentes da empresa.
O que reforça essa impressão de um "fim próximo" do Snow Flakes é a ausência do produto do novo site da Nestlé, chamado 'Nestlé faz bem' (que infâmia, não conta mentira que o nariz cresce...) Só está no site uma versão integral - e, por conseguinte, sem graça - do produto, que eu nunca vi por aí.
Em breve quero começar a tuxar isso aqui de fanart. Mesmo não sendo écs-rêited, não sei se vou gerar alguma polêmica, mas tudo bem.
Palavras-chaves & Chapolin:
Nestlé,
Snow Flakes
terça-feira, julho 03, 2007
Ah, esses personagens...
Um "fabricante" de "brinquedos" sueco lançou dois "personagens" que, como é que eu posso dizer... se eles lutarem por um lugar ao sol, um vai evaporar e o outro vai juntar moscas!
Não é furry GRAAAÇAS A DEUS. É outra coisa... aliás, muito próxima de todos nós, que mesmo fazendo parte de nossa intimidade, nós não lhe temos a menor afeição! Enfim, veja você mesmo a-qüi. (Dica do Acidez Mental.)
Moral da história: A turma da Rosalyn vai bombar, qualquer dia desses... Já estou em plenas condições de atualizar o site, falta só o que interessa, fazer novos desenhos e pôr lá!
E, veja, urgente, em SodTV!: Conheça a incrível história de um vídeo do YouTube que saiu do ar por causa de três palavras escritas na tela! Você não vai acreditar...
Não é furry GRAAAÇAS A DEUS. É outra coisa... aliás, muito próxima de todos nós, que mesmo fazendo parte de nossa intimidade, nós não lhe temos a menor afeição! Enfim, veja você mesmo a-qüi. (Dica do Acidez Mental.)
Moral da história: A turma da Rosalyn vai bombar, qualquer dia desses... Já estou em plenas condições de atualizar o site, falta só o que interessa, fazer novos desenhos e pôr lá!
E, veja, urgente, em SodTV!: Conheça a incrível história de um vídeo do YouTube que saiu do ar por causa de três palavras escritas na tela! Você não vai acreditar...
Palavras-chaves & Chapolin:
personagens
sábado, junho 30, 2007
"Morre" Farfour, o Mickey palestino
E o pior é que isso é porquê o programa chegou ao seu fim... O personagem, no último episódio que foi ao ar no dia 29, foi morto por um ator vestido de militar israelense, segundo informa o G1.
Acentos trocados: Foto de "cão" quase do mesmo
tamanho de cavalo é um "caô"
Não, este não é um blog sobre animales, só porquê eu abordei um caso a respeito. Mas uma foto muito estranha andou circulando pela Internet nos últimos meses, mostrando um Mastiff Napolitano só um pouco mais baixo do que um cavalo. Só que só tem essa foto. Essa foto es una MEN TI RA e non ecsíste: o site Urban Legends mostra que a história foi misturada com outra (o "Hércules" na verdade é outro canidæ de outra raça, e coisa e tal). Antes que eu veja mais três blogs profissionais caindo na mesma história, como aconteceu com o suposto vídeo (retirado de um comercial de TV) do comediante de pegadinhas sendo morto a tiros!...
Acentos trocados: Foto de "cão" quase do mesmo
tamanho de cavalo é um "caô"
Não, este não é um blog sobre animales, só porquê eu abordei um caso a respeito. Mas uma foto muito estranha andou circulando pela Internet nos últimos meses, mostrando um Mastiff Napolitano só um pouco mais baixo do que um cavalo. Só que só tem essa foto. Essa foto es una MEN TI RA e non ecsíste: o site Urban Legends mostra que a história foi misturada com outra (o "Hércules" na verdade é outro canidæ de outra raça, e coisa e tal). Antes que eu veja mais três blogs profissionais caindo na mesma história, como aconteceu com o suposto vídeo (retirado de um comercial de TV) do comediante de pegadinhas sendo morto a tiros!...
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